A Assembléia Geral ocorreu na manhã desta quarta-feira (15), no auditório da Sede administrativa do SINTESV/RO, na Capital, que ficou lotada por trabalhadores, dentro e fora do sindicato. Por unanimidade os trabalhadores rejeitaram a contraproposta das empresas relativa a Convenção Coletiva de Trabalho 2017/2018. As rodadas de negociações vêm acontecendo desde o início da data base que é 01 de março. Porém, a Pauta de Reivindicações foi definida e encaminhada às empresas ainda em dezembro de 2016.
Após duas tentativas de mediação na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, a direção do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Rondônia decidiu levar ao conhecimento dos trabalhadores a intenção dos patrões, que recebeu a negativa instantânea dos trabalhadores.
As duas cláusulas principais que emperram o fechamento da Convenção são: correção salarial da inflação mais 1% de ganho real, algo que nunca aconteceu antes, desde que a atual diretoria assumiu. Segundo o presidente do SINTESV/RO, Paulo Tico, o baixo índice de reivindicação dos trabalhadores é devido a crise reclamada pelas empresas e que é visível na situação do País. Mesmo assim, as empresas relutam em não corrigir o índice da inflação que é o mínimo, para que o ganho do trabalhador não fique tão defasado.
Segundo Paulo Tico, uma paralisação ou mesmo uma greve não estão descartadas, o que seria muito prejudicial, tanto para as empresas, quanto para a população que já sofre com a falta de segurança, principalmente usuários dos serviços bancários. A direção do sindicato está de sobreaviso aguardando uma resposta das empresas que estão reunidas decidindo sobre a questão.