Empresa PROTEGE S.A de Vilhena e denunciada por Dirigente Sindical, POR ASSÉDIO MORAL, PERSEGUIÇÃO, AMEAÇAS DE DEMISSÃO A FUNCIONÁRIOS, MAL CONDICÕES NOS CARROS FORTES E MAL CONDIÇÕES NO LOCAL DE TRABALHO. As ameaças estão sendo feitas pelo gerente Francisco Aldo Viera da Silva e o coordenador Mairom Laranjeiras Lima da referida empresa, pessoa que chegou a pouco tempo em Vilhena, mas já demonstra postura intransigente e de ditador tentado se promover e prejudicando os profissionais que lutam por melhorias.

 

As denuncias feitas ao MTE e apuradas pelo sindicato são enumeras veja abaixo: 

 

A denunciante declarou que os funcionários do período diurno e, como vigilante de segurança de Base (VSB) não estão recebendo intrajornada de trabalho no horário de almoço e jantar e quando fazem viagem no carro forte. Conforme o Art. 71 da CLT. São obrigados a bater o ponto e não podem sair de dentro do local de trabalho para fazer as refeições, são obrigados a permanecer dentro do local onde prestam serviço. De segunda á sábado trabalham das 8 as 10 horas onde o fim do expediente e as 16:20 horas, onde geralmente aos sábados entram as 9 horas e trabalham ate as 18 horas com o intervalo de almoço, como dito antes, permanecendo no local direto. Quando vão para outras cidades (carro forte) tira o horário de almoço no próprio carro forte, são obrigados a levar marmitex e comer no próprio veiculo. Não recebem um lugar adequado para entre uma viagem e outra, permanecer no veiculo, onde o mesmo, não oferecer conforto para que os funcionários no horário de almoço possam descansar. Geralmente no horário de entrada dos funcionários e no período de almoço o descanso ficam no banheiro onde não tem nenhum saída de emergência, tem duas tubulações de ar mas não existe saída entre um e outro, correndo perigo se houver alguma incêndio.       

 

 

 

Ainda de acordo com o Sindicato, “A referida empresa já foi denunciada na Delegacia Regional do Trabalho (DRT e MTE), e multada por três vezes, onde constam três autos de infração. Entre as denúncias, a mais grave e que prejudica imensamente a categoria, é a não concessão do intervalo de 1 horas para descanso, não só referente aos profissionais da área de vigilância, como também, profissionais que atuam nos carros-fortes e no setor administrativo”, afirmou o presidente da SINTESV - RO.

 

 Exploração

 

Segundo a diretoria do SINTESVRO, “Várias empresas de vigilância e segurança de outros estados, se instalam em Rondônia, ganham dinheiro, lucram com as prestações de serviços, mas não investem praticamente nada no nosso estado, na área social ou em melhorias para a categoria. O que eles fazem é explorar nossos vigilantes, perseguindo e ameaçando os profissionais”, finalizou Paulo Tico.

 

Nova denúncia

 

O Sindicato dos Vigilantes de Rondônia – SINTESV - RO, irá fazer uma nova denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT), através da sua assessoria jurídica do Sindicato que desta vez vai denunciar a empresa TRANSEGURO/PROTEGE de Vilhena, por ameaça e perseguição há DIRIGENTE SINDICAL e da CIPA pelo fato de denunciarem e não compactuar com os desmandos dos gestores da empresa. A própria gerência da empresa vem descumprindo normas de segurança da própria empresa e botando em risco a segurança dos trabalhadores a base da empresa em Vilhena.   

 

FONTE: MTE e SINTESV – RO.